Durante muito tempo, a minha clínica também vivia de captação. Todo mês a mesma corrida: atrair paciente nova, encantar, cuidar do pós com tudo que eu sabia… e, no dia da alta, ela ia embora. Sem próximo passo. Sem motivo pra voltar.
A virada não foi uma técnica nova. Foi estruturar o que acontece depois da alta: o diagnóstico do que ela ainda precisa, o jeito de apresentar o próximo passo sem parecer venda e o acompanhamento que faz sentido pra ela continuar.
Hoje a Clínica Nany Mota atende, em média, 50 pacientes de pós-operatório por dia, e 40% do faturamento mensal vem de pacientes que ficaram. É exatamente isso que eu vou abrir pra você no dia 10.